27/04/2009

Harlem Globetrotters na Escola de Ouressa

Há 83 anos que os Harlem Globetrotters divertem o mundo do basquetebol e de todas as artes do espectáculo, e agora é a vez do público português se voltar a emocionar com o seu basquetebol espectáculo.












Para promover o seu próximo espectáculo no nosso país dois membros da sua equipa estiveram presentes na nossa freguesia de Algueirão-Mem Martins, mais propriamente na Escola EB2,3 Ferreira de Castro em Ouressa.













Quase que eram "devorados" pelos jovens presentes em busca de autógrafos...


























Esta equipa de Chicago é especialista em divertir o público, dentro e fora do campo... muito mais do que jogadores de basquetebol, estes "senhores" são mestres do divertimento...













Driblar as bolas deitados no chão, "afundanços" voadores, passes de olhos fechados, truques fantásticos... tudo faz parte da magia dos Harlem Globetrotters. Truques que só estão ao alcance dos grandes, recrutados entre os melhores da NBA.
















Fomos brindados com a sua presença na nossa freguesia, é sempre bom ter grandes nomes mundiais do desporto/espectáculo aqui presentes... nem que seja para promoção dos seus espectáculos...

Obrigado...
Noticia no Jornal Record
http://www.record.pt/noticia.aspx?id=7f66cc61-73d7-4aa8-afd2-dd2c216a60a6&idCanal=00000089-0000-0000-0000-000000000089


Texto e fotos: Hugo Manita

Videos: Record e Youtube

26/04/2009

Rádio Macau - Origem: Algueirão

São provavelmente a única Banda Portuguesa formada em Algueirão - Mem Martins que atingiu o reconhecimento Nacional, e ainda se encontra em plena actividade. Fica aqui um excerto de uma entrevista do Jornal Blitz, aos membro do grupo, onde é desvendada a origem da banda, e como surgiu o seu nome.

Juntaram-se no início dos anos 80 quando, por razões de circunstância, foram viver para o Algueirão, perto de Sintra. Acabaram por partilhar casa e uma juventude que lhes deixou pouco tempo para experiências individuais. Vinte e quatro anos depois de editarem o álbum de estreia continuam juntos mas com novas dinâmicas. Xana e Flak querem ajustar contas com o futuro.

Que diferenças conseguem apontar entre os Rádio Macau dos anos 80 e os Rádio Macau de hoje?
Flak
: A diferença principal é o facto de nessa altura estarmos sempre juntos. Neste momento tentamos preservar as nossas vidas além dos Rádio Macau, queremos ser felizes e darmo-nos o melhor possível. Éramos miúdos, crescemos juntos e tínhamos um espírito diferente do que temos hoje. É impossível repetir, nem queremos.

Lembram-se do dia em que escolheram o nome para a banda?
Flak
: Tínhamos dois amigos que eram irmãos, os beatniks do Algueirão, mais velhos que nós, muito bem formados e cultos. Gostávamos deles porque nos davam informação. Naquela altura era difícil arranjar música ou livros e eles tinham muita coisa em casa. Eles foram viver para Macau e um deles tinha um programa de rádio na Rádio Macau. Um dia, estávamos no café com um problema: tínhamos de escolher um nome novo e vimos uma aparição. O Tozé [um dos beatniks do Algueirão] de cabelo comprido e barba, parecia Jesus Cristo, com uma t-shirt com uns símbolos chineses que dizia Rádio Macau. Ficámos com o problema resolvido.
Xana
: A parte chata é que eu não gosto de comida chinesa e, por causa do nome, as entrevistas de promoção eram sempre em restaurantes chineses.

Toda a entrevista em
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/20944


22/04/2009

Ana Gomes nas Europeias?

Depois de ver a noticia das Listas do Partido Socialista para as eleições europeias, verifiquei o nome da Dr. Ana Gomes no 6ª lugar. (lugar elegível) , e também se vai candidatar à Câmara Municipal de Sintra?



- Será para gerir a Câmara de Sintra, directamente de Bruxelas?
- É este o empenho que esta senhora pensa dar a Sintra?

19/04/2009

Casa-Museu "Max" [video]


Maximiano de Sousa ou Max (Funchal, 20 de Janeiro de 1918 a 1980), cantor e fadista, foi uma das mais populares vedetas da rádio, do teatro e da televisão portuguesas, desde os anos quarenta até à sua morte em 1980. A ele se devem êxitos como “Noites da Madeira”, “Bailinho da Madeira” ou “A Mula da Cooperativa”. E nada faria prever que este jovem madeirense, que sonhava ser barbeiro e fora alfaiate, viria a ser um dos mais populares artistas portugueses.


Este grande artista, viveu em Mem Martins, na Rua da Malva Rosa. Como sempre acontece, a nossa terra esquece um homem, que apesar de não ser seu filho, ai viveu e passou os últimos dias da sua vida.

As únicas homenagens existentes na freguesia (que eu saiba), são junto à Capela de Mem Martins, numa Rua sem saída, nas traseiras das antigas Finanças, onde se situa a Rua Maximiano de Sousa "Max", e na uma placa na sede do Mem Martins Sport Clube.









A Casa onde residiu é junto a uma das grandes árvores, a meio da Rua da Malva Rosa, em Mem Martins

















Como proposta minha, penso que seria fantástico, se criar um espaço na freguesia denominado, "Casa-Museu Max", onde se poderia dar alma à Musica Portuguesa, com um pouco de história, de cultura e tradição, independentemente do local onde surgisse esse espaço. O que era realmente importante era criar um espaço de cultura e de homenagem, onde poderíamos considerar como exemplo, os seguintes pontos:

- Conjugar actividades culturais juntamente com as escolas da Freguesia e do Concelho.

- Criar um pequeno espaço museológico sobre a
figura de Maximiano de Sousa.
- Pelo facto de ele
ser madeirense, mostrar também um pouco da tradição da ilha.
- Criar eventos sobre música tradicional e popular.

- Criação de uma mini-biblioteca relacionada com música portuguesa.
- Criar uma pequena escola de música, de modo a estimular nas crianças,
o gosto pela música portuguesa.











A sugestão deve-se pelo facto de se poder criar um novo ponto de cultura na vila, coisa inexistente, pois os mais de 100 mil habitantes da freguesia não têm qualquer espaço de cultura. Não há cinema, não há teatro, não há museus, não há cultura…

Não sei se é apenas uma utopia minha, mas entristece-me, quando me desloco a pequenas cidades do interior, e me deparo com espaços de orgulho regional, e de homenagens a pessoas que deram algo à terra, ou simplesmente ali habitaram.
Em Algueirão – Mem Martins apenas existe a cultura do aço, betão, do comércio e do transito.
E se acham que o Max não é a pessoa indicada para se homenageada, existem mais nomes que poderiam ser recordados e homenageados, como é o caso de Chaby Pinheiro, Helena Tavares e Carlos Coelho, nomes que infelizmente vão sendo esquecidos em Portugal e na freguesia.

Fica a recordação de um grande artista que foi o Max: